Domingo, Setembro 05, 2010

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GAZETA TORRES :: Noticiário Nacional

TIM lança jornal por telefone celular

Entregar diariamente no celular do cliente uma edição personalizada de notícias com imagens. Essa é a proposta do novo serviço que a TIM acaba de lançar, o ‘Meu Jornal’. A novidade permite que o assinante escolha as editorias com assuntos de interesse e a fonte do noticiário para montar seu próprio exemplar móvel. O aplicativo será recebido via mensagem multimídia (MMS) com imagens das notícias.

Serão oito editorias que têm como fonte diferentes veículos de comunicação. O assinante poderá combinar até cinco seções com notícias sobre Atualidades, Cultura e Diversão, Vida e Estilo, Gente e TV, Economia e Política, Negócios e Finanças, Futebol e Esportes. Os veículos são fruto de parcerias que a TIM firmou com Esporte Interativo, Veja, VIP, Quatro Rodas, Superinteressante, Boa Forma, Contigo e Placar. “A segmentação por interesses e comportamento dos usuários é um caminho para oferecer conteúdo de relevância ao cliente”, diz o diretor de Marketing Consumer da TIM, Roger Sole.

Para receber as edições diárias do Meu Jornal, o cliente pode escolher entre as duas opções de assinatura do serviço: receber as notícias de um determinado veículo ou combinar editorias e fontes para montar sua edição personalizada. A navegação na página do serviço é gratuita, o cliente pode escolher seu jornal sem pagar pelo tráfego de dados e além disto, pode alterar a seleção de editoras e fontes do seu jornal quantas vezes quiser.

fonte Enewsrs

 

Preso que estudar pode até ser solto

Redução da pena a cada 12 horas de estudo

Aprovado semana passada em decisão terminativa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, o projeto de lei que diminui a pena do preso que estuda, e pode beneficiar todos os 400 mil detentos que estão no sistema prisional do País. O número corresponde ao total da população carcerária do Brasil até o fim de 2009, segundo o Sistema Integrado de Informação Penitenciária (Infopen). A proposta ainda precisa passar pela análise da Câmara dos Deputados e ser aprovada.
De acordo com o autor do projeto, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a lei não discrimina o apenado em virtude de seu grau de escolaridade, e presos com nível superior poderiam usufruir do benefício. "Mesmo se já estiver formado, o detento poderia aprender um idioma ou cursar pós-graduação", disse. Pela proposta, o condenado submetido a regime fechado ou semiaberto de prisão poderá diminuir a pena caso concorde em estudar, reduzindo desta forma um dia de privação de liberdade para cada 12 horas de frequência escolar. O sistema funcionaria como a diminuição da pena para quem trabalha: a cada três dias em que o preso produz dentro da cadeia, um é descontado da sentença. Também de acordo com o projeto, o estudo poderá ser na forma presencial ou por método de ensino à distância.
"Nossa ideia é não discriminar nenhum preso, desde o analfabeto até quem possua diploma. Ironicamente o preso é o cidadão quem mais tem tempo livre e se estudar ele estará fazendo um bem para o País e criando uma oportunidade para que não permaneça na vida do crime", diz o senador Cristóvão Buarque, que já foi candidato à presidente da República.
Na forma como a proposta foi aprovada no Senado, um detento como Alexandre Nardoni, condenado a 31 anos por matar a filha Isabella e que já tem curso superior completo, poderia reduzir em 17 dias a sua pena em um ano se estudasse quatro horas de inglês por semana, por exemplo. Caso se formassem em um curso superior com duração de quatro anos, os irmãos Cravinhos, condenados a 39 anos e 6 meses por matar os pais de Suzane von Richthofen, poderiam diminuir em 266 dias sua pena.
Questionado sobre a possibilidade de que o benefício possa se somar à diminuição do tempo de reclusão por dia trabalhado, beneficiando detentos de alto grau de periculosidade, o senador disse não acreditar que os dois benefícios devam se somar, pois isso se tornaria uma redução drástica demais na pena. Ou seja, redução de 1 dia a cada três trabalhados, mais 1 dia a cada 12 horas estudadas. Existe essa possibilidade, já que o projeto pode ser emendado por outros deputados e senadores antes de ser aprovado.

Recursos
Apesar de elogiar o projeto, o coordenador da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, Martin de Almeida Sampaio, diz que é preciso definir de onde virão os recursos materiais e humanos para que o detento possa estudar. "É preciso ver como o Estado irá disponibilizar os futuros cursos, seja na forma de vagas ou do material para estudo", diz o advogado.
O senador Cristóvão afirma que tal financiamento viria dos próprios Estados que mantêm as unidades prisionais e que, apesar do gasto extra, o retorno estaria garantido ao evitar a reincidência do delinquente. "Um preso pode custar até R$ 40 mil por ano, sem qualquer possibilidade de aperfeiçoamento. Com R$ 1 mil a mais, seria possível dar a ele a possibilidade de começar uma nova vida", argumenta o senador que é ferrenho defensor da Educação.

   

Globo é a emissora que mais perdeu audiência em julho Record e Band crescem

A Globo foi a emissora de televisão brasileira que mais perdeu telespectadores no mês passado. Segundo pesquisa do Painel Nacional de Televisão (PNT), o canal carioca perdeu 14,5% da audiência em julho deste ano, comparado com o mesmo período de 2009.

Em junho a Globo teve seu melhor mês de 2010, com 20,3 pontos de média de audiência. Porém, no último mês, a emissora teve 18,6 pontos de média contra 21,3 pontos do ano passado.

A Record, que teve o aumento mais expressivo, passou de sete pontos de audiência média em julho de 2009 para 7,5 em julho deste ano. O SBT caiu de 6,1 pontos para 5,9 no mesmo período; a Band passou de 2,3 para 2,6 pontos; e a RedeTV ficou com o mesma média audiência, 1,2 ponto, tanto em julho de 2009 quanto no mesmo mês de 2010.

Informações da Folha de S. Paulo.

   

PESQUISA GAZETA

Você é contra ou a favor do projeto de Lei que tramita no Congresso e que reduz a pena de qualquer tipo de preso (mesmo os mais perigosos) que estudar.

Palmada que educa pode!

Pesquisa realizada pelo site GAZETA revela que a grande maioria dos brasileiros acredita que uma palmada corretiva ou disciplinar pode ser aplicada às crianças. 83,9 por cento dos internautas que participaram da pesquisa espontânea responderam SIM. Ou seja, uma palmada leve pode ser aplicada à criança na educação disciplinar. 16,1 por cento disseram NÃO! Palmada é agressão física e não de ser aplicada de forma alguma.
O presidente Lula sancionou em julho uma Lei que proíbe a palmada na criança e considera um ato de agressão física. Jornais do Centro do Brasil como a Folha de São Paulo também fizeram a mesma pesquisa e o resultado foi semelhante ao do site da GAZETA. Segundo pesquisa da DataFolha, 91 por cento dos pais ou responsáveis acreditam que uma palmada corretiva ou educativa não faz mal.

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